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sábado, 5 de outubro de 2013

Roteiro pela torres sineiras de Braga - Igreja dos Congregados

BragaOn esteve no "Roteiro pelas torres sineiras de Braga" organizado pelas associações Braga+ e JovemCoop.


Das torres sineiras das igrejas de Braga, o visitante pode ter magníficas vistas sobre a área envolvente da cidade, uma mais valia a explorar por todas as igrejas. Com a recuperação, valorização e transformação dos acessos ao topo das torres em pequenos núcleos museológicos, poderiam obter um rendimento extra que ajudaria certamente a manter e valorizar o património da nossa cidade, assim como desenvolver o seu potencial turístico.

Neste percurso visitamos as torres sineiras das Igrejas de São Victor, São Vicente, Congregados e Santa Cruz. 
Depois da torre sineira de São Vicente, agora uma das torres sineiras da Igreja dos Congregados.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Roteiro pela torres sineiras de Braga - Igreja de São Vicente

O BragaOn esteve no "Roteiro pelas torres sineiras de Braga" organizado pelas associações Braga+ e JovemCoop.



Das torres sineiras das igrejas de Braga, o visitante pode ter magníficas vistas sobre a área envolvente da cidade, uma mais valia a explorar por todas as igrejas. Com a recuperação, valorização e transformação dos acessos ao topo das torres em pequenos núcleos museológicos, poderiam obter um rendimento extra que ajudaria certamente a manter e valorizar o património da nossa cidade, assim como desenvolver o seu potencial turístico.

Neste percurso visitamos as torres sineiras das Igrejas de São Victor, São Vicente, Congregados e Santa Cruz. 
A primeira torre sineira aqui exposta será a de São Vicente.
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Brevemente as panorâmicas das restantes torres sineiras vistadas.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Capela dos Coimbras

A Capela da Nossa Senhora da Conceição, também designada de Capela dos Coimbras, é um monumento nacional localizado na cidade de Braga, construído entre 1525 e 1528. 

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1,2

Durante as solenidades da Semana Santa esta capela é aberta ao público, este ano essa abertura será nos dias 24,  28 e 29 de março. Durante o resto do ano, à excepção do dia 8 de dezembro, esta relíquia encontra-se encerrada ao público e completamente desaproveitada.

Enquanto esta mentalidade não for alterada em Braga, independentemente de se tratar de uma propriedade privada ou pública, o património continuará a representar um fardo que é necessário manter e cuidar, e nunca representará a mais valia que poderá potenciar o desenvolvimento da cidade e da região. Este é mais um dos exemplares a integrar num plano alargado para o turismo de Braga.

No domingo dia 24, foi então possível visitar o interior deste monumento. Aqui ficam as imagens:












Edificada cerca de 1525, a Capela da Nossa Senhora da Conceição integra o conjunto da Casa dos Coimbras, tendo sido construída como capela deste palacete. A designada Casa dos Coimbras servia, em meados do século XV, de residência a eclesiásticos, tendo sido adquirida em 1505 por D. João de Coimbra, provisor da Mitra de Braga. 

Foi D. João de Coimbra que no final do primeiro quartel do século XVI contratou mestres biscainhos, que à época trabalhavam em Braga, para edificarem o templo privativo da sua casa. A capela, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, apresenta um modelo de "igreja-torre", com planta quadrada, numa tipologia derivada dos modelos castilhianos. 

A fachada, edificada como um torreão, divide-se em dois registos distintos, o primeiro correspondente ao portal, antecedido por galilé, o segundo com janelas maineladas e esculturas em relevo na silharia da torre. O programa decorativo da fachada, que abrange tanto os relevos do portal como as figuras que ornamentam a torre, é atribuído a Filipe Odarte (SERRÃO, Vítor, 2002, p. 154). 

O espaço interior é coberto por abóbada de nervuras decorada por florões e pedra de armas. O altar-mor apresenta esculturas inseridas em nichos, enquadradas por figuras mais pequenas em mísulas com baldaquinos. Este conjunto é atribuído a João de Ruão, sendo identificada como uma obra da sua primeira fase de trabalho. 

Junto ao altar, inserido num arcosólio com as armas de D. João de Coimbra, foi edificado um conjunto escultórico com a Deposição no túmulo , também atribuído ao escultor João de Ruão, pela semelhança que apresenta com algumas das suas obras, embora seja de uma fase posterior. As paredes laterais da capela são revestidas por painéis de azulejos com temas da Criação do Mundo. 

A capela surge representada numa magnífica gravura de 1847, de C. Legrand, com a data de construção de 1512.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Braga em vídeo, "Revisitar"

Aqui fica um belo vídeo da nossa cidade, feito pela Revisitar.


A Revisitar destina-se à execução de produções audiovisuais e é descrita da seguinte forma:
O projecto Revisitar surge das mentes de dois jovens com um enorme gosto e prazer pela audiovisual e pela arte de contar histórias e criar momentos através de uma câmera.

Não só produzimos material próprio/pessoal, posteriormente partilhado convosco, como aceitamos pedidos de trabalho, podendo produzir na área da publicidade (institucional ou não), cobertura de eventos, d
ocumentários, e qualquer outra colaboração que seja benéfica para o cliente e a audiência.
Locais da Revisitar
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sábado, 28 de julho de 2012

Igreja da Conceição

A atual Igreja da Conceição data de 1728, é o templo do antigo convento da Conceição, de 1625. Tem uma fachada lateral onde apenas se destaca a zona frontal do pórtico. 

A atual igreja substituiu a antiga, que se situava na ala sul do convento. Neste, atualmente, funciona o Instituto Monsenhor Airosa.
O plano do templo saiu das mãos de Manuel Fernandes da Silva, e no seu interior encontra-se um belíssimo conjunto do período nacional do barroco, onde se destacam a rica decoração em talha dourada, do retábulo-mor e retábulos laterais, o púlpito e o órgão.

Os retábulos laterais são da autoria de Pedro Salvador.

O magnífico retábulo-mor é de autoria de João de Araújo. E na capela-mor da igreja repousam, em túmulo de mármore, os restos mortais de Monsenhor Ferreira Airosa.

O órgão do período do barroco nacional, foi recuperado na última década do Século XX.

Destoando do restante do conjunto arquitectónico, existe, do lado esquerdo da nave única da igreja, um altar em honra de N.ª S.ª de Lourdes, mandado edificar pelo fundador do Instituto, em reconhecimento por graça recebida.

Tratando-se de um convento feminino, possuía a típica entrada lateral e gradeamento, com o objetivo de isolar as recolhidas no convento.

Fonte do texto, IMA e "V Percurso do Barroco".

Esta exposição e informação devem-se ao "V Percurso do Barroco" promovido pela JovemCoop, e orientada pelo jovem investigador e amigo Rui Ferreira, no âmbito da Capital Europeia da Juventude, Braga 2012.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Igreja de São Paulo

A Igreja de S. Paulo começou a ser construída em 1567 tendo ficado concluída em 1588. Detém uma fachada austera, típica do período em que foi construída.
É a igreja do antigo Colégio de S. Paulo, fundado em 1560 e entregue aos Jesuítas.


Com um interior amplo tipo salão, foi decorado ao gosto do estilo barroco ao longo do século XVIII.

O magnífico retábulo-mor pertence ao período nacional e data de 1709. Os azulejos da capela-mor são lisboetas e foram concebidos em 1720 pelo mestre P.M.P..


Entre os retábulos laterais saliente-se do lado do evangelho o dedicado ao Sagrado Coração de Jesus.

E do lado da epístola o retábulo dedicado a Nossa Senhora da Luz.

No que diz respeito às capelas laterais, as três primeiras do lado do Evangelho não se encontram ao culto, o mesmo se verificando nas duas primeiras do lado oposto. As restantes encontram-se integralmente revestidas a talha dourada e policroma, dedicadas a Maria Santíssima, São José, São João Baptista, e São Francisco Xavier, no lado do Evangelho, surgindo, no lado oposto, as dedicadas a Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora dos Prazeres, Nossa Senhora das Dores, Santas Nove Virgens Bracarenses e Santo Inácio de Loyola. A capela dedicada a Maria Santíssima possui a Árvore de Jessé, uma iconografia rara em Portugal.


Fontes do texto SIPA, Percursos do Barroco. 

Esta exposição e informação devem-se ao "V Percurso do Barroco" promovido pela JovemCoop, e orientada pelo jovem investigador e amigo Rui Ferreira, no âmbito da Capital Europeia da Juventude, Braga 2012.

sábado, 21 de julho de 2012

Igreja da Misericórdia

A igreja foi construída em 1562 para albergar a Misericórdia de Braga.


O interior da igreja foi remodelado no período joanino do barroco. O retábulo-mor é absolutamente fabuloso e exprime com nitidez a arte de Marceliano de Araujo.
Em 1656 é feito o contrato para execução do teto de caixotões da nave, segundo o modelo dos caixotões do Convento do Salvador. Ficando a cargo do mestre ensamblador Gonçalo Pacheco, e do mestre carpinteiro João de Oliveira. Estes viriam a ser substituídos no final século XVIII pelos atuais.

Em 1662 são levadas a cabo obras, pelo Padre Frei Pedro da Cunha, entre as quais se destaca a colocação de azulejos no interior da Igreja. Também os azulejos da igreja foram removidos em 1795, sendo substituídos por pinturas. Em 1853 ocorrem grandes obras de reforma e conservação do edifício e em 1855 dá-se a construção da escadaria da igreja sobre a antiga fonte de São Geraldo.

Em 1735 foi elaborado o pedido de autorização ao Cabido para a realização de grandes obras na capela-mor, com o objetivo de receberem o retábulo que executava na época Marceliano de Araújo. O acrescentamento dos retábulos e execução do frontal para a capela de Nossa Senhora da Boa Morte, dá-se em 1739.

A capela do Santíssimo Sacramento data de 1689, tendo sido alvo de restauro em 1699.

A visitação da Virgem ("as Abraçadas", do popular), além de encimar o magnífico retábulo-mor, está também destacada na igreja num notável conjunto escultórico em barro sobre a porta lateral do templo.
Fontes do texto SIPA, Percursos do Barroco e BragaMaior. 

Esta exposição e informação devem-se ao "V Percurso do Barroco" promovido pela JovemCoop, e orientada pelo jovem investigador e amigo Rui Ferreira, no âmbito da Capital Europeia da Juventude, Braga 2012.