quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Memória de Braga - "Novo" Paço Arquiepiscopal de Braga

O atual Paço Arquiepiscopal de Braga, situa-se na Rua de Santa Margarida e foi construído na segunda metade do século XVIII.


Fonte: José António Barreto Nunes, Grupo de Facebook Memórias de Braga

Junto ao Paço Arquiepiscopal ainda hoje se situa a Cúria Arquiepiscopal e o Seminário de Nossa Senhora da Conceição.
Fonte: José António Barreto Nunes, Grupo de Facebook Memórias de Braga

Na seguinte imagem aérea é possível visualizar a Cúria e o Paço Arquiepiscopal, próximos à atual Faculdade de Teologia de Braga.
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Observando uma imagem atual do "novo" Paço Arquiepiscopal de Braga, torna-se evidente a significativa alteração da fachada principal.
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Assinalado com setas vermelhas é possível vislumbrar a pedra que contornava as janelas originais, e a preto alguns pormenores identificativos da fachada original, que ainda hoje se mantêm.

Mais imagens da Memória de Braga.

3 comentários:

  1. Gostaria de chamar a atenção para palavras de Luís Costa (ligeiramente editadas do blog onde foram recolhidas):

    PAÇO ARQUIEPISCOPAL: adaptação da antiga Casa do Tanque, comprada pelo Arcebispo Vieira de Matos em 2 de Julho de 1920, para ali instalar em edifício próprio (já o ocupava, mas por aluguer) o Paço dos Arcebispos. Na frontaria e por baixo do frontão, vêem-se as armas de fé do Arcebispo D. Vieira de Matos. Esta casa foi mandada edificar na última metade do século XVII, pelo Cónego Simão de Magalhães de Barros (interroga Vaz-Osório da Nóbrega), tendo sido reedificada na última metade do século dezoito, por Lopo António de Vasconcelos Leite Pereira de Abreu Lima, como refere o mesmo Vaz-Osório na sua obra «Pedras de Armas e Armas Tumulares». Este último Magalhães de Barros deu o nome à Cangosta do Lopc mencionada na planta de Braga de 1857, e que foi alargada para dar lugar, no final do século passado, à rua de Santa Margarida. Dentro do recinto da antiga quinta do Tanque, junto ao Paço, está o edifício ocupado pela Câmara Eclesiástica, atribuído a D. Felícia de Magalhães da Cunha, filha do Cónego Magalhães de Barros, que mandou colocar na frontaria a pedra de armas de sua família, casa também comprada conjuntamente com a quinta pelo arcebispo D. Manuel Vieira de Matos. A entrada principal para estes edifícios era pela rua de Santa Margarida como atestam os painéis de azulejo que ladeiam esse portão.

    Acrescento apenas que, actualmente, os serviços da Cúria bracarense estão instalados no edifício do Seminário de Nossa Senhora da Conceição; e que na tal casinha junto ao Paço funciona a arquivística da diocese.

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