quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Braga 2012 - Merchandising, que estratégia?

O Cosmogolem continua solitário no Campo da Vinha. 
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Antuérpia 2011 teve uma mascote e Braga 2012 tudo indica que não terá. 

Apesar da sugestão feita à CEJ Braga 2012, inacreditavelmente a organização desperdiçou uma enorme oportunidade de criar uma imagem de marca com a sua mascote, perdendo assim uma forma de dar identidade à Braga 2012.
Além de todo o merchandising, e rentabilidade que poderia advir através da exploração da imagem da mascote e da venda de produtos associados, foi também desperdiçada a oportunidade de criar um legado e um símbolo da Braga 2012.

É ainda mais lamentável, que a Braga 2012 à excepção das t-shirts e pouco mais, tenha-se praticamente limitado a colocar o logótipo da CEJ em produtos típicos do Minho, retirando-lhes a identidade minhota.

Esperemos que a CEJ divulgue quanto foi gasto neste merchandising e qual foi o seu retorno.

Pena que catorze anos após o sucesso do Gil, haja em Portugal quem ignore o potencial e a força de uma mascote. 
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