quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Piscinas Olímpicas de Braga (3), as posições de Mesquita Machado e Ricardo Rio

Mesquita Machado prestou esclarecimentos sobre as Piscinas Olímpicas de Braga. 
Resumidamente referiu que na atual conjuntura a dimensão, e o custo de manutenção nomeadamente o custo energético são excessivos e incomportáveis. 

Para tal deixou duas soluções:
- abandonar a conclusão das piscinas Olímpicas, e avançar para o Parque Aquático se existir investidor e se o estudo encomendado (25.000€) revelar que é possível e viável essa transformação; avançando depois a CMB com a instalação de um sistema de aquecimento da água da piscina olímpica da Rodovia, permitindo a utilização no inverno;
- se não existir investidor ou o estudo revelar que não é viável; será refeito o "projeto energético" atual, procurando a diminuição dos custos de manutenção.

Ver as declarações na íntegra:


Ricardo Rio revelou também a sua posição:
- a dimensão e o custo de 25.000.000€ sempre foram sobredimensionados, não dependendo da atual conjuntura;
- Braga carece de uma nova piscina Olímpica, mas todo o projeto deve ser reavaliado, procurando um custo de conclusão menor e uma manutenção também mais económica, através do diálogo com os autores do projeto.

Ver as declarações na íntegra:



Parece ser evidente que tanto pela vertente competitiva, como na gestão das Piscinas Municipais abertas ao público, que existe uma evidente carência de infraestrutura instalada, especialmente no Inverno.
Posto isto e procurando Braga uma política de futuro nesta matéria, a criação de uma infraestrutura que permitisse aos clubes locais melhorarem as suas condições de trabalho, poderia permitir a criação de uma referência nacional ao nível da natação, sendo que o SC Braga teria assim todas as condições para criar novos atletas com potencial Olímpico.

Contudo há que enquadrar devidamente este assunto, e procurar redimensionar o projeto para valores comportáveis, o que será sempre impensável e inadmissível é deixar os 8.000.000€ investidos, sem qualquer rentabilidade e ao abandono. 

É também de referir que os 8.000.000€ investidos, caso o projeto tivesse sido feito de forma competente e racional, seriam mais do que suficientes para dotar Braga e o SC Braga de uma infraestrutura excelente.

Qualquer que seja a opção a tomar, esta deve ser o mais breve possível, e não deverão os bracarenses deixar de a exigir.

O BragaOn não deixará esquecer este assunto.

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