domingo, 26 de agosto de 2012

Quadro comunitário 2014-2012 - Área da Saúde

Em notícia do Diário do Minho podia ler-se:

Hospital de Braga desafiado a aproveitar fundos europeus 
BRAGA | 24 DE AGOSTO DE 2012
O eurodeputado José Manuel Fernandes desafiou, ontem, a administração do Hospital de Braga a «aproveitar» os apoios financeiros ainda existentes e os que serão disponibilizados no próximo quadro comunitário (2014-2020) para projetos na área da investigação científica. «É importantíssimo que o Hospital de Braga aproveite recursos europeus em conjunto com a Universidade do Minho e que aqui nasça um centro de excelência em termos de investigação científica», realçou, no âmbito de uma visita àquela unidade de saúde.

Braga esperou quase 40 anos para a realização deste Hospital Distrital e Universitário. Este apenas foi construído, tendo Braga perdido o seu hospital público, ao contrário de Porto, Lisboa e Coimbra que continuam com hospitais públicos.

Braga que é apelidada de terceira cidade portuguesa, pelos seus políticos locais, no que diz respeito ao cluster da saúde, a verdade é que continua a "anos luz" do de Coimbra, e todos os habitantes de Braga e do Minho, têm que recorrer a várias valências e especialidades, que só existem no Porto.


Tendo o Minho 1,2 milhões de habitantes, será de esperar que o Hospital de Braga, a Câmara Municipal de Braga, e a Universidade do Minho, procurem obter apoios comunitários para projetos na área da investigação. 
Mas o fundamental será obter o apoio para projetos, que criem as valências e especialidades em falta no Minho e que Coimbra já possui, como um Hospital Pediátrico, IPO, Centro de Reabilitação do Minho, Centro Materno-Infantil do Minho, Centro de Medicina Desportiva, ou especialidades como Cirurgia Cardiotorácica

Assim em conjunto com a investigação feita na Universidade do Minho e Instituto de Nanotecnologia, Braga poderá construir um cluster na área da saúde, de nível nacional e europeu.

O quadro comunitário 2014-2020, aproxima-se e será uma altura fundamental para combater o Portocentrismo, que imperou nos quadros de 2000-2006 e 2007-2013.