sábado, 22 de setembro de 2012

Regenerar Braga - Achados Arqueológicos, Rua dos Chãos (2)

Ontem foi avançado aqui no blogue, que no âmbito das obras do projeto "Regenerar Braga" que estão a decorrer na rua dos Chãos, tinham sido colocados a descoberto novos achados arqueológicos. Tendo sido levantadas diversas questões, as quais foram enviadas às entidades competentes. 

Entretanto, a Jovemcoop publicou novas imagens e esclarecimentos sobre o que está em curso, tendo sido este assunto também comentado no blogue BragaMaior


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Hoje será capa e notícia do Diário do Minho:
As obras que estão a ser realizadas na rua dos Chãos no âmbito do programa “A Regenerar Braga” colocaram a descoberto mais uma parte do antigo sistema de abastecimento de água das Sete Fontes à cidade. Os achados estão a ser comentados devido à forma como têm sido tratados, originando críticas aos promotores da intervenção. O responsável pelo Gabinete de Arqueologia da Câmara de Braga garantiu ao Diário do Minho que a ordem é para preservar todo o troço do aqueduto.

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Esperemos que o preservar não passe por isto, pois já sabemos que para este executivo camarário, a musealização de parte da conduta ou a sua exposição através de um pavimento para o efeito, estará certamente colocada de lado à partida, pois citando Mesquita Machado, “nem todos os calhaus são musealizáveis” 

Resta relembrar, o que já foi sugerido aqui, e que novamente se aplica:
Como sabemos o património precisa de divulgação para que possa "chegar" a todos os que visitam a cidade. Uma vez gorada a hipótese de musealização da conduta ou exposição da mesma através de um pavimento para o efeito, a simples referência à conduta no pavimento da Rua de São Vicente, Largo dos Penedos e Rua dos Chãos e a colocação de placas descritivas do Monumento Nacional das Sete Fontes e respectiva conduta, seria uma excelente forma de valorizar a área pedonal que será criada, e uma forma de dar a conhecer as Sete Fontes aos Turistas.

Continuaremos a seguir o assunto e a divulgar as novidades...

Será que os bracarenses concordam com o tratamento dado ao património arqueológico? 

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